ADOÇÃO

São raros os casos de adoção no AT. E são reservados aos filhos da concubina (Gn 30,1-13; cf. 49,1-28). Colocar o filho sobre os joelhos era um rito de adoção (Gn 48,1-13; 50,23; Rt 4,16-17). O povo de Israel é o filho adotivo de Deus (Ex 4,22s; Jr 3,19; Os 11,1; Dt 14,1; Rm 9,4). Os profetas lembram a Javé sua paternidade (Is 63,16-18; 64,7-9). O “nascer do alto”, mediante a água e o Espírito Santo, é o sinal da adoção divina (Jo 3,3-7). Cristo resgatou os que estavam escravizados pela lei de Moisés e lhes deu uma adoção filial, que supera a jurídica, mediante o Espírito (Gl 4,4-7; Rm 8,14-29; 2Pd 1,4). Devemos viver, portanto, como filhos de Deus (Fl 2,15-16; 1Pd 1,13-17), deixar-nos corrigir por ele quando pecamos (Hb 12,5-11) e a ele voltar como o filho pródigo (Lc 15,11-32). Na oração devemos importuná-lo como a um pai (Mt 6,7-15; 7,7-11).

Ver “Batismo“.

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