SANGUE

O sangue significa vida (Gn 9,5; Lv 17,10-14; Dt 12,23). Beber o sangue seria destruir a vida. Derrama-se junto do altar para significar o regresso da vida a Deus (Gn 9,4; Lv 17,3-14; 19,26; Sl 58,11; Ez 39,11-19; 1Rs 21,19; 22,38).

A custo, os cristãos conseguiram libertar-se deste modo de conceber o sangue (Rm 14,14-20; 1Cor 10,23-27). A proibição de comer sangue no cristianismo foi uma lei transitória para facilitar a convivência entre cristãos de origem judaica e pagã (cf. At 15,20.29 e nota).

Visto que o sangue é vida, e esta pertence a Deus, ele vinga o sangue do inocente (Dt 32,43; Ez 14,19; 33,6-8; Lc 11,50s; Ap 16,3-6).

Os prodígios com intervenção de sangue anunciam a vingança divina (Ex 4,9; 7,17-21; Sl 105,29; Sb 11,6s; Ap 6,12; 8,8; 11,6).

O sangue desempenha um papel importante nos sacrifícios (Lv 1-8). O sangue de Cristo, que é vida, transmite a vida (Jo 6,54-57; Mt 26,28; Jo 19,34s). O sangue é reparador e expiatório (Rm 3,25; 5,9; Ef 1,7; 2,13; Cl 1,15-20; Ap 1,5; 7,14; 22,14; Hb 9,14; 13,12).

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